Ter dois lares é mais do que ter duas casas:
É ter duas rotinas, duas obrigações, duas comidas preferidas,
Duas personalidades, duas maneiras de falar.
É ter duas famílias, mesmo que você sozinho seja uma delas
É ter roupa duas vezes,
Dinheiro duas vezes,
Saudade duas vezes,
Diversão duas, três, quatro vezes.
É se achar muito e pouco, adulto e criança.
É viver viajando e ao mesmo tempo nunca sair de casa.
Ter dois lares é quase como ter duas vidas:
Uma inicia quando a outra termina,
E o ciclo recomeçando todos os finais de semana
Ou quase todos
Porque às vezes a gente mora mais em uma casa do que na outra.
Mas depois a gente compensa e fica morando mais na outra do que na uma.
É por isso que eu digo:
- E que me desculpem os que nunca saíram de casa -
Mas ter dois lares
É viver o dobro.
vanessap
terça-feira, 31 de julho de 2007
Pane no Sistema
Neste fim de semana, faltei. E faltou o texto de Domingo aqui. Foi um final de semana atípico, sem computadores e quase nada de mídias e entretenimentos digitais (até porque um Wii é bem divertido em uma reunião com alguns familiares, principalmente se forem todos estabanados).
Vivi, praticamente, o mundo 0.0. E no lugar de Terras, Gmails, Kibelocos, entrou botão (http://www.futmesa.com.br - esporte caro, por sinal, e arriscado: fiquei com uma dor nas costas...), conversa furada e passeios que parecem inúteis mas formam o caratér. A rotina foi quebrada, e vou dizer, foi bom.
Uma vez li em algum lugar (juro que não estou inventando) que o cérebro reage bem quando encontra estímulos diferentes. Pessoas que ouvem músicas de todos os gêneros (de emo até pagode, passando por música clássica) tem um tato musical bem mais definido do que aqueles que só escutam as mesmas bandas, mesmo que em quantidade maior.
Que se quebrem as rotinas, e, em resposta ao que li por aí (por aqui), viva a baixaria e a putaria, viva a futilidade e filmes do Uwe Boll (http://desciclo.pedia.ws/wiki/Uwe_Boll). Sem querer você já aderiu ao movimento: leu um post de domingão em plena terça (desculpa a invasão Vanessap!)!
Agora é só continuar! Bom domingo, ops, terça, e até terça, ops, domingo.
Adendo um: Por isso que gosto do Super-Homem: o cara, pra quebrar a rotina, usa cueca por cima das calças!
Adendo dois: Falando em Super-Homem, o projeto não foi esquecido não. Dia desses ele sai (prometo!)
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Segue em anexo
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Sem Controle
Dia desses eu estava zapeando pela TV e algo raro me aconteceu: estacionei no SBT.
Pode ter sido um comercial, algo que me fez levantar ou até uma daquelas tradicionais pissocadas que a gente dá no sofá, quando tá com muito sono.
Em certo ponto, enquanto o canal do Sílvio dominava a minha TV, percebi que o controle remoto tinha caído no vão do sofá.
Eu, em meu estado quase catatônico, resolvi abortar a missão de resgatar o controle remoto. Erro gravíssimo.
Quando terminaram os comerciais, vi que o programa que estava passando chamava-se ‘Sem Controle’.
O programa Sem Controle, em sinopse do SBT: “Humor e mulheres bonitas fazem a dobradinha do programa ‘Sem Controle’, atração do SBT. Através de paródias, o programa satiriza situações do dia-a-dia dos mais diversos tipos de pessoas. A atração traz uma série de esquetes, que mesclam piadas e tiradas bem humoradas. São várias histórias dentro de um só programa. No elenco, os humoristas Marco Martini, Laert Sarrumor, Eduardo Silva, Delourdes Morais, Vivi Fernandes, entre outros atores e atrizes.”
Vou esclarecer, o programa é uma versão SBT para o Zorra Total. Um freak show composto por três gostosas, uma gorda, uma velha, seis pseudo-humoristas e um ex-galã falido.
Comecei a entender o porquê do nome do programa quando uma moça, apontada em alguns veículos de comunicação como ‘novo talento’ apareceu meio pelada em uma piada que eu não entendi.
Eu tava Sem Controle remoto. E só por isso assistia àqueles quadros estranhos, que me deixavam meio triste, porcausa da precariedade do estúdio, do elenco, do roteiro e de sei-lá-mais-o-quê.
Aí, há alguns meses atrás, veio a notícia de que o Picapau, desenho de 1940, bate seu recorde de audiência e firma-se como o segundo lugar no Ibope, perdendo só pra novela das 19:00 da Globo.
Saber que o passarinho esquizofrênico bomba na TV me deixou muito desapontada no começo. Mas agora começo a encarar tal fato como um grito silencioso por socorro dos telespectadores, especialmente os de TV aberta, que quando não perdem o controle (remoto ou não), preferem assistir um desenho de 70 anos a um ‘novo talento’ seminu.
carol.
Pode ter sido um comercial, algo que me fez levantar ou até uma daquelas tradicionais pissocadas que a gente dá no sofá, quando tá com muito sono.
Em certo ponto, enquanto o canal do Sílvio dominava a minha TV, percebi que o controle remoto tinha caído no vão do sofá.
Eu, em meu estado quase catatônico, resolvi abortar a missão de resgatar o controle remoto. Erro gravíssimo.
Quando terminaram os comerciais, vi que o programa que estava passando chamava-se ‘Sem Controle’.
O programa Sem Controle, em sinopse do SBT: “Humor e mulheres bonitas fazem a dobradinha do programa ‘Sem Controle’, atração do SBT. Através de paródias, o programa satiriza situações do dia-a-dia dos mais diversos tipos de pessoas. A atração traz uma série de esquetes, que mesclam piadas e tiradas bem humoradas. São várias histórias dentro de um só programa. No elenco, os humoristas Marco Martini, Laert Sarrumor, Eduardo Silva, Delourdes Morais, Vivi Fernandes, entre outros atores e atrizes.”
Vou esclarecer, o programa é uma versão SBT para o Zorra Total. Um freak show composto por três gostosas, uma gorda, uma velha, seis pseudo-humoristas e um ex-galã falido.
Comecei a entender o porquê do nome do programa quando uma moça, apontada em alguns veículos de comunicação como ‘novo talento’ apareceu meio pelada em uma piada que eu não entendi.
Eu tava Sem Controle remoto. E só por isso assistia àqueles quadros estranhos, que me deixavam meio triste, porcausa da precariedade do estúdio, do elenco, do roteiro e de sei-lá-mais-o-quê.
Aí, há alguns meses atrás, veio a notícia de que o Picapau, desenho de 1940, bate seu recorde de audiência e firma-se como o segundo lugar no Ibope, perdendo só pra novela das 19:00 da Globo.
Saber que o passarinho esquizofrênico bomba na TV me deixou muito desapontada no começo. Mas agora começo a encarar tal fato como um grito silencioso por socorro dos telespectadores, especialmente os de TV aberta, que quando não perdem o controle (remoto ou não), preferem assistir um desenho de 70 anos a um ‘novo talento’ seminu.
carol.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
"coletivo de pessoa: bando, comitiva, aglomeração, gente, massa, sociedade..."
Cada pessoa tem uma causa que a comove, certo? Tem gente que chora vendo as imagens da tragédia da TAM. Tem gente que não come carne e faz questão de fazer com que carnívoros (como eu) se sintam mal a cada garfada. Tem gente que acredita que 1 ligação para o Criança Esperança por ano faz toda a diferença. Tem gente que acha errado dar esmola aos mendigos. Tem gente que acha certo. Não cabe a mim entrar nos méritos do que é mais importante ou de quem está certo e quem está errado. Acho que cada um tem a sua consciência e sabe (ou deveria saber) o que faz. Só quis aproveitar o meu post semanal para falar sobre uma coisa que tem ocupado muito espaço nos meus pensamentos. Tenho pensado muito no coletivo. Em como nós, 'seres humanos inteligentes e superiores', somos egoístas e como a humanidade e o planeta estão pagando por isso. Me identifiquei bastante com as palavras do chefe indígena seattle: "Tudo o que acontecer à Terra, acontecerá aos filhos da Terra. Se os homens cospem no solo estão cuspindo em si mesmos. Isto sabemos: a Terra não pertence ao homem; o homem pertence à Terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas, como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo."
Acho esse papo meio 'politicamente correto'. Mas, pra dizer a verdade, já nem sei se isso é ofensa ou elogio. Na real, não me interessa muito, se você quer saber. Acho que prefiro ser politicamente correta do que saber que fiquei calada.
Claro que não quero que ninguém saia abraçando árvores, comprando camisetas do Anarquismo e boicotando o McDonalds e a Nike. Não é isso. Não acredito no radicalismo. Só acho se todo mundo pensasse um pouquinho mais nos outros, ia ser mais fácil viver. Estou delirando?
Ah! Pra quem tiver interesse sobre o assunto, tem um site muito legal que fala sobre a "pegada ecológica". Lá você pode medir o seu consumo não em números, mas em hectares de terra fértil que você consome para viver. É bem legal porque dá pra ver como as pequenas coisas do cotidiano colaboram para o fim das nossa reservas naturais.
That's all folks.
Na próxima semana, prometo não fazer nenhum tipo de campanha!
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Esqueci o que eu ia falar ... Mas juro que era importante ... Ah! Lembrei:
Quem é mais feliz? O peixe que tem memória de peixe? Ou o elefante que tem memória de elefante? Vejamos ... levando em consideração de que as explicações a seguir são meramente ilustrativas para minha dúvida, pulemos a parte de questionamento sobre se estes são ou não fatos cientificamente provados. Vamos no esquema "disse que me disse que eu to te falando". A memória do peixe dura 3 segundos, 6, que seja. Por isso que ninguém tem dó de deixa-lo a vida toda dentro de um aquário, na maioria das vezes bem pequeno. A memória do elefante falam que dura por mais de 100 anos, 106, que seja. Por isso ele é tão facilmente domesticado em circos quando pequenino, e assim por sua vida inteira. O peixe é mais feliz porque tem memória curta e o elefante é mais triste por ter memória longa? Ou o peixe é um infeliz por não lembrar de nada e viver dentro de uma grande farsa e o elefante é feliz por lembrar de tudo e viver em uma grande e memorável jornada? Bom, meu ponto é: esquecer pra não sofrer ou lembrar pra aprender, se no final, depois de tudo, o que importa é ser feliz ???
Luca
Luca
terça-feira, 24 de julho de 2007
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