quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Conversa de msn

juju. diz: http://www.spraydepimenta.blogspot.com/ (olha esse blog da minha amiga carol. divertido)
syl diz: spray de pimenta era uma coisa q eu queria possuir

juju. diz: eu tbm! mas só pra dizer que tem né? porque eu nunca ia usar isso.
fora que eu ia ficar com vontade de testar e ia acabar dando merda...rs

syl diz: logico q nao!!! q coisa mais gay q sprayar na cara de alguém !!
chuta o saco logo q dá mais certo


juju. diz: é. até vc pegar o spray na bolsa o cara já te estuprou e cortou em pedacinhos. do jeito que é a minha bolsa (gigante and full of crap) seria assim mesmo

syl diz: pois é! é pouco prático e nem é eficiente - aqui no brasil - para ameaçar. o estrupador pensaria vai jogar perfume em mim???"
só funciona em americano q é fresco e tem medo de tudo


juju. diz: é. os trombadinhas nem sabem o que é um spray de pimenta.

syl diz: pois é. acho melhor rever nosso conceitos e andar com um taco de baseball. eles tb não sabem o que é mas pelo menos percebem q faz estrago

juju. diz: ahuahauhaua.isso. vamos sair fazendo estrago por aí! ou pelo menos looking like it

syl diz: looking like it is the new doing it

juju. diz: haha. e taco de baseball é o novo spray de pimenta

syl diz: acho digno

terça-feira, 13 de maio de 2008

a força de alguns sentimentos causa a confusao dos pensamentos

e pra quê precisamos de tantos pensamentos?
eu fico me torturando com diversas versoes da vida quando uma vida só já é tortura suficiente.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

EEECOOO!

ECOU! ... ECOu ... ECou ... Ecou ... ecou ... ...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

voltando de férias

a distância deixou o blog sem textos por um tempo mas foi um tempo curto. pequenas férias para acalmar um pouco a mente e encher um pouco o coração. foi um tempo curto, mas muito bom.
fiz uma viagem bem tranquila e que eu saboreei ao máximo. sabe quando tudo parece bom? quanso parece que ser feliz é muito mais simples do que pensamos? a brisa, o sol, a vista, o cheiro do mar, a areia nos pés, a cerveja gelada, o almocinho caseiro... ai ai.
já saí de são paulo querendo acordar num lugar diferente, um lugar onde eu nunca tinha ido. mudar um pouco de perspectiva (e percebi que isso é essencial).
já cheguei no farol de sta marta com a cabeça aberta. aberta para aproveitar esse tempo curto que passaria longe, pra receber os lugares novos por onde passei.
como é bom chegar num lugar onde nunca fui!! pra parar de pensar que a nossa vida está limitada a onde estamos. pra perceber que tem muita coisa ainda pra se ver... é só pegar o carro (ou outro meio de transporte de sua preferência) e beijo, tchau.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

É...

Nunca chorei tanto quanto chorei nesse ano.

Nunca ri tanto quanto quanto ri nesse ano.

Nunca me senti tão bem comigo mesma.

Cresci. Aprendi. Evolui. Superei.

Olhei todas as coisas de outro jeito.

Me adaptei. Fiz se adaptarem.

Não tomei uma porra de uma luz de sol. Tô mais branca que o leite.

Parei de tomar leite. Ou soda cáustica, sei lá.

Tentei ficar o mais próxima possível de todo mundo que eu gosto.

Parei de roer as unhas.

Engordei. Emagreci. Engordei. Emagreci.

Engordei.

Descobri que a minha mãe é culpada por várias coisas que eu odeio em mim.

Descobri que a minha mãe é culpada por várias coisas que eu mais acho foda em mim.

A minha mãe descobriu que eu descobri que ela é culpada.

Plantei uma árvore, escrevi um livro e não tive um filho.

Conheci gente.

Saí muito. Viajei pouco.

Corri atrás do coelho branco. E cá estou.


Que venha 2008.

carol.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Cada dia

A cada dia que passa, eu vou me encontrando um pouquinho mais.
Mas a cada dia que passa, eu vou mudando um pouquinho mais.
Aí difícil de me encontrar, de saber quem eu sou.
Ou de ser quem eu sou.
Porque o que sou é mutável. (graças a Deus, eu acho)
Aí, eu fico nessa.
Correndo atrás do que sou e fugindo de quem quer me achar.

Coisa de louco.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Depois, quando eu voltei naquela rua, as bolinhas do arbusto estavam vermelhas. E me lembrei que, quando eu era pequena, elas eram verdes. Pode ser porque o mundo tinha um colorido diferente quando eu não entendia, mas acho que eu passava ali em outra estação do ano.
Agora, o chão não é mais molhado, e dá pra ver o sol. Mas o cheiro continua o mesmo. Como é que muda tudo mas o cheiro continua o mesmo?
Continuei passando como se não estivesse emocionada, mas todo mundo percebeu. Eles conseguiam ver todas aquelas memórias pulando no topo da minha cabeça que nem luzinhas de Natal piscando.
E eu comecei a ficar vermelha, pior que as bolinhas. Foi quando elas perceberam que eu também havia mudado de cor desde a última estação.